quinta-feira, 16 de julho de 2009

"Refugee" - Tom Petty & The Heartbreakers



" We got something we both know it,
We don't talk too much about it
Ain't no real big secret, all the same,
Somehow we get around it

Listen, it don't really matter to me
Baby, you believe what you wanna believe
You see, you don't have to live like a refugee

Somewhere, somehow, somebody must have
Kicked you around some
Tell me why you wanna lay there,
Revel in your abandon

Honey, it don't make no difference to me
Baby, everybodys had to fight to be free
You see, you don't have to live like a refugee
No baby, you don't have to live like a refugee

Baby, we ain't the first
I'm sure a lot of other lovers been burned
Right now this ain't real to you
It's one of those things you got to feel to be true

Somewhere, somehow, somebody must have
Kicked you around some
Who knows, maybe you were kidnapped,
Tied-up, taken away, and held for ransom

Honey, it don't really matter to me
Baby, everybodys had to fight to be free
You see, you don't have to live like a refugee
No, you don't have to live like a refugee
Baby, you don't have to live like a refugee "

Franco Fontana



Descubra mais aqui sobre o fotógrafo italiano Franco Fontana, conhecido pelas suas paisagens coloridas !

domingo, 12 de julho de 2009

Origami ... em busca da perfeição !

O papel existe há milénios e desde a revolução da imprensa, tem sido o principal meio de comunicação e de armazenamento de informação.
O origami - ou a arte da dobragem de papel - permite-nos ver aquela matéria-prima como um meio para a expressão artística.
As suas origens são objecto de muita especulação. O que é certo é que as suas formas primitivas são originárias do Oriente - China e Japão - onde a arte era incorporada na vida espiritual.
O origami acabou por chegar ao Ocidente através de várias rotas possíveis, talvez como fazendo parte de um nº de circo. O seu maior desenvolvimento como um acto criativo foi liderado pelo mestre japonês Akira Yoshizawa no Séc XX, que arquitectou novas técnicas e criou um meio de registar as sequências de dobragens usando diagramas.
No Ocidente, Lillian Oppenheimer e Robert Harbin foram os primeiros responsáveis pelo encorajamento da troca de modelos e ideias para origamis a partir da década de 50 do Séc XX.
O origami é hoje em dia uma actividade globalizada, apreciada por pessoas de todas as idades e de ambos os sexos.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

"As Cidades Invisíveis" de Italo Calvino









Senti-me a deambular por entre páginas de um verdadeiro Atlas de Sonho com "As Cidades Invisíveis" de Italo Calvino, o qual através de um discurso imbuído de metáforas e palavras labirínticas, inventa 55 cidades que vão sendo descritas pelo viajante Marco Polo ao imperador da antiga Tartária, Kublai Khan, em meados do Séc XII.
Gostei bastante deste livro ( consultar aqui a minha opinião de leitura ) que, na sua simplicidade é um bom exemplo do poder da palavra sobre a mente e de como a literatura pode fazer-nos viajar por mundos nunca antes vistos.
Neste sentido, não pude deixar de sentir-me 'deliciada' com o desafio extremamente aliciante que a artista americana Nora Sturges lançou a si própria: colocar na tela os cenários fabulosos da obra em questão.
Marco Polo surge-nos aqui como um turista comum, experimentando ambientes ora amigáveis ora hostis.
O estilo naif da pintora revela-nos universos imaginários embora vagamente reais, os quais encontram-se polvilhados de elementos enigmáticos e quase mágicos que transmitem um mistério e uma carga poética enormes - estranheza, exotismo, diferenças culturais ...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

" Del Pintar "

" Pintar no es ordenar, ir disponiendo,
sobre una superfície, un juego vano,
colocar unas sombras sobre un plano,
empeñarte en tapar, en ir cubriendo;

pintar es tantear - atardeciendo -
la orilla de un abismo con tu mano,
temeroso adentrarte en lo lejanó,
temerario tocar lo que vas vivendo.

Pintar es asomarte a un precipicio,
entrar en una cueva, hablarle a un pozo
y que el agua responda desde abajo.

Pintura no es hacer, es sacrificio,
es quitar, desnudar; y trozo a trozo
el alma irá acudiendo sin trabajo. "

Ramón Gaya, Del Pintar, 1978

domingo, 5 de julho de 2009

Ramón Gaya: a consciência do tempo









Foi já no passado dia 13 de Junho que desloquei-me ao Centro Cultural de Cascais para ver e apaixonar-me pelo conjunto de óleos, aguarelas e desenhos de Ramón Gaya ( 1910 - 2005 ), uma das mais notáveis figuras da Arte espanhola do século XX, reconhecido quer pelo seu talento, como pelo ineditismo e frontalidade das suas convicções críticas.
Admirador confesso de Velázquez, Rembrandt, Cézanne, Tiziano e Van Gogh, este pintor murciano não se cansa de os homenagear ao longo da sua obra.
Praticava a pintura como meditação sobre a pintura, e a escrita como reflexão sobre a pintura, e ambas como meio de compreender o real para além do real.
O seu método era o do olhar incessante para a natureza procurando registá-la segundo soluções visuais estabilizadas mas sucessivamente apuradas; era o pensar sem descanso, com rara agudeza e inteligência visual aquilo que via e fazia ver.

I Can't Hear You No More




" First you break it up, but I knew you'd come running
You'd wanna make it up, I can't hear you no more

Now you know what it's like, and I can watch you begging
Like I was begging to you, like I did before

I can't hear you no more, I can't hear you no more, I won't come running again
I can't hear you no more, no it ain't like before, I'm learning to live again

Ain't I the one who called, when you stood so near me
You didn't hear me then, I can't hear you no more

Now you know what it's like, and I can watch you begging
Like I was begging to you, like I did before

I can't hear you no more, I can't hear you no more, I won't come running again
I can't hear you no more, no it ain't like before
I'm learning to live, learning to live, learning to live again

For too long you played a part, now it's lost the mystery
But no more can I hold on, I'm breaking the chains that tie me, yeah

(Solo)

I can't hear you no more, no it ain't like before
See me walk out the door, I can't hear you no more

I can't hear you no more, I can't hear you no more
I won't come running, I won't come running, I won't come running again

I can't hear you no more, no it ain't like before
See me walk out the door, I can't hear you no more
(repeats out)

When you stood so near me, you couldn't even hear me - that's all I should say "