segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Reflexões ...



« Para ver a grandeza de uma montanha, deve manter-se distância; para compreender a sua forma, deve deslocar-se à sua volta; para experimentar os seus humores, deve ser vista ao nascer e pôr-do-sol, ao meio-dia e à meia-noite, ao sol e à chuva, com neve e em tempestade, no Verão e no Inverno e em todas as outras as outras estações. Aquele que consegue ver a montanha assim, chega perto da vida da montanha ... uma vida tão intensa e tão variada como a de um ser humano. As montanhas crescem e decaem, elas respiram e pulsam de vida. Elas atraem e recolhem energias invisíveis em seu redor: as forças do ar, da água, da electricidade e do magnetismo; elas criam ventos, nuvens, trovoadas, chuvas, quedas de água e rios. Elas preenchem com vida activa o que as rodeia e dão abrigo e alimento a inúmeros seres. Tal é a grandeza das montanhas poderosas. »

Lama Govinda

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